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A mortalidade dos seus suínos está alta? Saiba como identificar os gargalos da sua produção

  • Foto do escritor: suinocareconsultor
    suinocareconsultor
  • 17 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura

Quando a mortalidade começa a subir, a primeira tendência é buscar uma causa imediata. No entanto, nas granjas suínas, esse indicador quase sempre é resultado de um conjunto de fatores que interagem entre si. Mortes recorrentes sinalizam falhas acumuladas em manejo, ambiente, nutrição, biosseguridade, fluxo ou infraestrutura.


Uma análise aprofundada exige examinar não apenas o momento da perda, mas também o histórico do lote, as condições ambientais, o comportamento dos animais, a execução dos protocolos de rotina e a qualidade dos insumos utilizados. A origem do problema pode estar em pequenas variações de temperatura, falhas na limpeza das linhas de água, densidade acima do ideal ou erros de manejo que passam despercebidos na rotina.


A coleta sistemática de dados é essencial para entender o padrão das ocorrências. Informações como idade das perdas, categoria mais afetada, lote de origem, histórico sanitário, conversão alimentar e velocidade de crescimento ajudam a mapear onde o sistema está falhando. Quando esses dados são comparados com padrões de referência, é possível identificar gargalos críticos. Muitas vezes, o problema está na soma de pequenos desvios que, isoladamente, parecem irrelevantes, mas que juntos comprometem toda a performance do lote.


A redução da mortalidade passa pela correção de causas e não apenas pela reação ao problema já instalado. Um diagnóstico técnico profundo permite reorganizar processos, ajustar rotinas, revisar protocolos e implantar melhorias que aumentam a previsibilidade e a sustentabilidade da produção.

 
 
 

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